Estamos sentados nesta ilhota de jardim,
Quando o vento suspende a mais pura liberdade.
Falemos de planos, vivências, excêntricidades de alma.
A água cristalina brilha raindo o sol,
Refrescando as crianças que espelham a felicidade.
Surge uma fragância de esperança,
Transeunte de um desejo comum.
Sentimos os olhares,
Prendemos os sentimentos.
Que deixe de ouvir, quando se calar a voz rouca.
Que escureça a luz do dia, quando os olhares se cegarem.
Que deixe de rir, quando roda a tristeza me abraçar.
Que deixe de chorar, quando toda a lágrima imigrar.
Ricardo Daniel Pinto

Sem comentários:
Enviar um comentário