sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Purple Rain

Foto: Ambiente prostrado da chuva voluptuosa,
Sentindo o vermelho do presságio ofegante.
Reclinou o corpo no desejo salubre,
Olhando perdidamente o encontro impetuoso.

Cálices deixados na berma da vida desastrada
Esperançando o retorno da esperança,
Davam a mais suave brisa elegante
De encontrar o desalento consagrado.

Beijos marcados sem marca alguma,
Transcendiam a derradeira vontade castradora.
O engrenar na aventura alácre,
Na embraiagem dos inerentes sentidos lascívos.

Porém todo este enorme quadro pintado,
Pintado fora pelos poetas da fronteira reprimente...

Será a portagem da impetulância,
Numa irreverência desmedida?!
Ou seres libertados na sua essência,
Da fachada que construiram na vida?!
A aliança caíu sem significado algum
Quando aquele beijo emotivo se deu ...
Terei sonhado a realidade ?
Ou vivido o Sonho ?
Alguém que me diga !
 
 
Ambiente prostrado da chuva voluptuosa,

Sentindo o vermelho do presságio ofegante.

Reclinou o corpo no desejo salubre,

Olhando perdidamente o encontro impetuoso.


Cálices deixados na berma da vida desastrada

Esperançando o retorno da esperança,

Davam a mais suave brisa elegante

De encontrar o desalento consagrado.


Beijos marcados sem marca alguma,

Transcendiam a derradeira vontade castradora.

O engrenar na aventura alácre,

Na embraiagem dos inerentes sentidos lascívos.


Porém todo este enorme quadro pintado,

Pintado fora pelos poetas da fronteira reprimente...


Será a portagem da impetulância,

Numa irreverência desmedida?!

Ou seres libertados na sua essência,

Da fachada que construiram na vida?!

A aliança caíu sem significado algum

Quando aquele beijo emotivo se deu ...

Terei sonhado a realidade ?

Ou vivido o Sonho ?

Alguém que me diga !
 
 
 
Ricardo Daniel Pinto

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