terça-feira, 26 de agosto de 2014








Apaixonei-me pelo medo da vida,
Enlouquecendo-me pela paixão.
Tenho medo, muito medo.
Medo de loucura, suspiros de versos,
Repletos de sentimentos sentidos.
 
Quando me adormeço
O móvel que fala perturba a razão.

Tenho medo da escrita.
Não pelo fim em si mesmo,
Todavia pelo motivo que leva a esse fim.
 
Afogo-me na solidão do poema,
Estando tão só quanto eu.
Um vaivém de memórias,
Que por cedo o silêncio me embala.

Gostava de adormecer!
Ser normal dentro de toda esta anormalidade,
Gritando pela salvação da dor que está dentro de mim.

Sem comentários:

Enviar um comentário