Não sei.
Nunca soube a razão de tal Apelido.
Quem te deu tal nome?
Lavradeira, certa, num campo tórrido.
Vives entre o trigo, semeado no olhar
Plantado, do vislumbre de fado.
Serás sempre abençoada pela mão de Deus,
respeitada talvez,
No choro da Inópia afrontada.
Nunca soube a razão de tal Apelido.
Quem te deu tal nome?
Lavradeira, certa, num campo tórrido.
Vives entre o trigo, semeado no olhar
Plantado, do vislumbre de fado.
Serás sempre abençoada pela mão de Deus,
respeitada talvez,
No choro da Inópia afrontada.
Todos os dias são teus,
Desde o nascer que te governa,
Até à ínfima paisagem que te liberta.
Pode haver quem se ache superior.
Serás aos seus ouvidos Inferiores, a sua repleta ignorância.
São os “sábios” da vida.
Tomam-se como ricos da sementeira.
Numa pobre coitada pobreza, nunca se transcendendo,
Do mero indumento assinado.
Mas, tu serás sempre rica, por muito pobre que sejas!
És o fardo da vida.
Quase que me colhias nesse sexto sentido,
Onde a foice corta num sonho perdido.
Desde o nascer que te governa,
Até à ínfima paisagem que te liberta.
Pode haver quem se ache superior.
Serás aos seus ouvidos Inferiores, a sua repleta ignorância.
São os “sábios” da vida.
Tomam-se como ricos da sementeira.
Numa pobre coitada pobreza, nunca se transcendendo,
Do mero indumento assinado.
Mas, tu serás sempre rica, por muito pobre que sejas!
És o fardo da vida.
Quase que me colhias nesse sexto sentido,
Onde a foice corta num sonho perdido.

Sem comentários:
Enviar um comentário